Como o uso de órteses noturnas pode auxiliar no tratamento da fasceíte.

Imagine acordar e, ao tocar o chão pela primeira vez no dia, sentir uma fisgada lancinante no calcanhar, como se um prego estivesse sendo pressionado contra o osso. Esse cenário, familiar para milhares de pacientes com fasceíte plantar, não é apenas um desconforto passageiro; é o resultado de um ciclo biomecânico de contração e microtrauma que ocorre enquanto dormimos. A lógica por trás do uso de órteses noturnas, ou night splints, reside justamente na interrupção desse processo fisiológico contraproducente. Do ponto de vista técnico, a fasceíte plantar não é apenas uma inflamação, mas sim uma condição degenerativa da aponeurose plantar — uma estrutura fibrosa espessa que sustenta o arco longitudinal do pé. Durante o sono ou em períodos prolongados de repouso, a tendência natural do pé é assumir uma posição de flexão plantar (os dedos apontando para baixo).

Nessa posição, a fáscia encurta e relaxa. O problema surge ao despertar: o primeiro passo força uma dorsiflexão súbita e vigorosa, causando micro-rupturas no tecido que tentou cicatrizar em uma posição encurtada durante a noite. É aqui que a biomecânica aplicada se torna a nossa maior aliada. As órteses noturnas atuam mantendo o tornozelo em uma posição neutra ou em leve dorsiflexão (geralmente entre 5 e 10 graus). Ao sustentar esse alongamento passivo e constante, impedimos que a fáscia e o complexo gastrocnêmio-sóleo (os músculos da panturrilha) se retraiam. Tecnicamente, isso promove uma remodelação mais organizada das fibras de colágeno, evitando que o tecido cicatricial se forme de maneira desordenada e rígida.

Na prática clínica, observamos dois modelos principais de dispositivos: Órteses posteriores (tipo bota): Estruturas rígidas que envolvem a parte de trás da perna e a planta do pé, oferecendo um controle angular muito preciso, embora possam ser volumosas para alguns pacientes. Órteses dorsais: Menores e menos intrusivas, elas se fixam na parte frontal da canela e no peito do pé, puxando os dedos para cima. Um caso que exemplifica bem essa necessidade é o de corredores de longa distância que apresentam encurtamento da cadeia posterior. Recentemente, tratei um maratonista amador que, apesar de sessões rigorosas de fisioterapia e alongamentos manuais, não conseguia evoluir na recuperação.
Medicos que tratam pe diabetico
A análise biomecânica revelou um grau severo de equino (limitação da dorsiflexão do tornozelo). Ao introduzirmos a órtese noturna, conseguimos manter a tensão controlada no tendão de Aquiles e na fáscia por seis a oito horas seguidas — algo impossível de replicar com alongamentos ativos de apenas alguns minutos. Em quatro semanas, a dor matinal, que era o maior limitador da sua mobilidade, havia reduzido em 70%. É preciso entender, contudo, que a órtese não é uma solução isolada. Ela faz parte de uma abordagem multimodal que inclui a reabilitação musculoesquelética, o fortalecimento da musculatura intrínseca do pé e, em muitos casos, a adequação do calçado. A eficácia do tratamento depende da complacência do paciente, já que a adaptação ao sono com o dispositivo pode levar algumas noites.

Vantagens de investir em studios para aluguel de curta temporada

Vantagens de investir em studios para aluguel de curta temporada O mercado imobiliário passou por transformações profundas nos últimos anos. Com a ascensão da economia compartilhada e a busca por mobilidade, os studios se tornaram os queridinhos dos investidores que buscam rentabilidade e segurança. Se você está considerando diversificar sua carteira, entenda por que os imóveis compactos voltados para o aluguel de curta temporada (short-stay) são uma excelente escolha. 1. Rentabilidade superior ao aluguel tradicional A principal vantagem é financeira.

Enquanto o aluguel convencional rende, em média, 0,4% a 0,6% do valor do imóvel ao mês, a locação de curta temporada — via plataformas como Airbnb e Booking — pode dobrar esse rendimento. Como a cobrança é feita por diárias, o potencial de faturamento é muito maior, especialmente em épocas de eventos e alta temporada. 2. Localização estratégica e alta demanda Geralmanente, os studios são construídos em eixos de grande mobilidade, próximos a metrôs, centros comerciais, universidades e hospitais.

Esse perfil atrai um público diversificado: desde turistas e nômades digitais até profissionais em viagens de negócios. A alta rotatividade garante que o imóvel raramente fique vazio por longos períodos. 3. Baixo custo de manutenção e mobília Por ser um espaço reduzido (geralmente entre 20m2 e 35m2), o custo para mobiliar e decorar um studio é significativamente menor do que o de um apartamento padrão. Além disso, a manutenção é mais rápida e barata. Condomínios modernos de studios também costumam oferecer serviços que facilitam a gestão, como lavanderias coletivas e áreas de coworking.

4. Liquidez e valorização Imóveis compactos têm um ticket de entrada mais baixo, o que facilita a compra. Da mesma forma, no momento da revenda, a liquidez costuma ser maior, pois há sempre uma busca ativa por unidades bem localizadas e com perfil de investimento. Conclusão Investir em studios para curta temporada é unir a segurança do patrimônio imobiliário com a agilidade da tecnologia digital. É uma estratégia inteligente para quem busca um fluxo de caixa constante e a valorização de um ativo moderno, alinhado ao estilo de vida das novas gerações. Se você busca diversificar, o “menos” pode ser, definitivamente, “mais” no seu bolso. Ver apartamentos em gramado

Otimizando o marketing imobiliário

Alugueis

Uma agência local compreende melhor as expectativas dos compradores locais
e as estratégias de marketing a adotar para atrair potenciais compradores. Por
exemplo, pode destacar certos aspetos culturais ou naturais que cativam os
residentes da Reunião ou investidores externos, e utilizar os canais de
comunicação adequados (publicidade local, plataformas específicas da Reunião,
redes sociais, etc.).
Economia de tempo e segurança – Comprar ou vender um imóvel em Reunião,
com seus requisitos administrativos e regulamentares específicos, pode ser
complexo e demorado. Uma imobiliária local cuida de muitos dos procedimentos
(visitas, elaboração de contratos preliminares de compra e venda,
acompanhamento notarial, etc.), permitindo que os clientes economizem tempo
e garantindo uma transação segura.
Conhecimento de oportunidades de investimento – A Ilha da Reunião também é
um local atrativo para investidores imobiliários, principalmente devido aos
incentivos fiscais vinculados a territórios ultramarinos (Lei Pinel de Territórios
Ultramarinos, Lei Girardin, etc.). Uma agência local pode assessorar os
investidores sobre as melhores oportunidades com base em seus projetos e no
regime tributário local.
Uma agência imobiliária na Ilha da Reunião oferece uma experiência única
graças ao seu profundo conhecimento do mercado local e à sua rede de contatos
bem estabelecida. Isto permite que vendedores e compradores maximizem as
suas hipóteses de concluir transações com sucesso em condições favoráveis,
beneficiando simultaneamente de um apoio personalizado.

Como montar uma estratégia de “Barbell” com cripto

Como montar uma estratégia de “Barbell” com cripto No volátil mercado cripto, muitos investidores se perdem tentando encontrar o “meio-termo” ideal. No entanto, a estratégia Barbell (barra de pesos) sugere que o segredo da sobrevivência e do lucro está nos extremos: máxima segurança de um lado e risco agressivo do outro. O que é a Estratégia Barbell? Popularizada pelo autor Nassim Taleb, essa abordagem consiste em ignorar ativos de risco moderado. Em vez de uma carteira mediana, você divide seu capital em dois blocos distintos: um extremamente conservador e outro altamente especulativo. O objetivo é proteger o patrimônio enquanto se expõe a ganhos explosivos.

O Lado Conservador: Bitcoin e Ethereum Cerca de 80% a 90% da sua alocação deve estar no que chamamos de “Blue Chips”. No mercado cripto, isso significa focar em Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH). Ao comprar criptomoedas com esse perfil, você está investindo em ativos que já provaram sua resiliência ao tempo e possuem maior liquidez. Eles servem como a âncora do seu portfólio, garantindo que, mesmo em quedas severas do mercado, sua estrutura principal permaneça intacta. O Lado Agressivo: Altcoins e Small Caps Os 10% a 20% restantes são destinados ao “risco puro”.

Aqui entram as small caps, novos protocolos de DeFi, moedas de nicho ou projetos em estágio inicial. A lógica é a assimetria: a chance de transformar um valor pequeno em algo transformador. Se esses ativos caírem 90%, o impacto no seu capital total é pequeno (apenas 1% ou 2%). Porém, se um desses projetos valorizar 50x ou 100x, o resultado final da sua carteira será massivo. Por que evitar o “meio-termo”? Muitos investidores compram moedas de médio porte que não possuem a segurança do Bitcoin, mas também já não têm o potencial de crescimento de uma moeda pequena. No Barbell, você elimina a “mediocridade” que traz risco sem a recompensa proporcional.

Como começar na prática? 1. Defina os pesos: Uma divisão comum é 90/10. 2. Escolha o porto seguro: Foque em acumular BTC e ETH. 3. Selecione as apostas: Estude projetos novos com alto potencial, mas aceite que eles podem ir a zero. 4. Rebalanceie: Se o lado de risco crescer demais após uma alta, realize lucro e jogue o ganho para o lado seguro (Bitcoin). A estratégia Barbell permite que você durma tranquilo com suas reservas seguras, sem abrir mão de capturar a próxima grande onda do mercado cripto. Banco onilx Investimentos

Como usar derivativos para proteger sua carteira (Hedge)

Onilx banco

Como usar derivativos para proteger sua carteira (Hedge) No mercado de criptomoedas, a volatilidade é uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo que permite lucros exponenciais, ela pode derreter o valor do seu patrimônio em poucos dias. É aqui que entra o Hedge (proteção), uma estratégia essencial para investidores que desejam manter seus Bitcoins e Ethereums a longo prazo, mas temem quedas bruscas no curto prazo. O que são derivativos e como eles protegem você? Derivativos são contratos financeiros cujo valor deriva de um ativo subjacente (como o Bitcoin). Em vez de vender suas moedas e sair do mercado, você utiliza esses instrumentos para criar uma “camada de seguro”. O objetivo do hedge não é lucrar, mas sim anular o risco de preço. Se sua carteira principal cai, sua posição em derivativos sobe, equilibrando o saldo final. Principais estratégias de Hedge Existem duas formas principais de proteger sua carteira cripto usando derivativos: 1. Venda a Descoberto (Short) em Futuros Se você possui 1 BTC em sua carteira e acredita que o mercado vai cair, você pode abrir uma posição de Short (venda) no mercado de futuros com o mesmo valor. Se o Bitcoin cair 10%: Você perde 10% no valor da sua moeda, mas ganha 10% na sua posição de futuros. O resultado é neutro, protegendo seu poder de compra. 2. Compra de Opções de Venda (Put Options) As opções funcionam exatamente como um seguro de carro.

Ao comprar uma Put Option, você paga uma taxa (prêmio) para ter o direito de vender seu Ethereum por um preço fixo no futuro. Se o preço desabar, você exerce seu direito e vende pelo preço acordado, ignorando a queda do mercado. Se o preço subir, você apenas perde o valor pago pelo seguro. Por que fazer Hedge em vez de vender? Muitos investidores preferem o hedge por dois motivos: 1. Eficiência tributária: Vender cripto pode gerar impostos sobre ganho de capital. O hedge permite manter a posse do ativo. 2. Manutenção de posição: Você não precisa sair de projetos em que acredita apenas para se proteger de uma correção temporária. Conclusão Usar derivativos para hedge transforma você de um espectador da volatilidade em um gestor de riscos profissional. No mercado cripto, sobreviver é o primeiro passo para enriquecer. Comece com posições pequenas, entenda as taxas das corretoras e nunca utilize alavancagem excessiva ao tentar se proteger.

O impacto da nutrição materna na formação da dentição infantil

Veja aqui

Quando pensamos em saúde bucal infantil, a imagem mental imediata de muitos pais é a de uma criança pequena segurando uma escova colorida ou a primeira visita ao odontopediatra após o nascimento do primeiro dente. No entanto, sob uma perspectiva clínica e estratégica, o cronograma da dentição começa muito antes, em um estágio onde a biologia molecular e a nutrição materna ditam as regras do jogo. A formação dos dentes de leite, e até de parte dos permanentes, ocorre enquanto o bebê ainda está no útero. Ignorar esse período é perder a janela de oportunidade mais crítica para a prevenção de patologias futuras. A odontogênese, o processo de formação dos dentes, inicia-se por volta da sexta semana de gestação. Nesse momento, o organismo materno atua como o principal fornecedor de insumos para uma “obra de engenharia” biológica altamente complexa. Se os blocos de construção — cálcio, fósforo, magnésio e vitaminas A, C e D — não estiverem disponíveis em quantidades otimizadas, a estrutura do esmalte dentário pode apresentar falhas irreversíveis.

O “estoque” mineral e a integridade do esmalte Muitas vezes atendo no consultório casos de hipoplasia de esmalte em crianças muito pequenas. Para o leigo, parecem manchas brancas ou amareladas que evoluem rapidamente para cáries. Tecnicamente, o que vemos é um esmalte que não se mineralizou corretamente durante a vida intrauterina. O planejamento estratégico da saúde bucal exige que a gestante entenda que o dente é um tecido que não se regenera da mesma forma que a pele. Uma vez formado com deficiência mineral, ele será permanentemente mais suscetível ao ataque ácido das bactérias. O cálcio e o fósforo são os protagonistas da mineralização, mas a vitamina D é a “chave” que abre a porta para que esses minerais sejam absorvidos. Uma deficiência severa de vitamina D na gestante pode resultar em dentes decíduos (de leite) com uma camada de esmalte mais fina e porosa. No dia a dia clínico, percebemos que crianças cujas mães tiveram um acompanhamento nutricional rigoroso apresentam uma resistência estrutural muito superior, reduzindo a necessidade de intervenções restauradoras precoces. Estratégias nutricionais além do óbvio Não se trata apenas de suplementação, mas de um equilíbrio sistêmico. Veja alguns pontos que conectam a mesa da mãe ao sorriso do filho: Proteínas de alto valor biológico: Essenciais para a formação da matriz orgânica onde os minerais se depositarão.

Vitamina A: Atua diretamente na diferenciação das células que formam o esmalte (ameloblastos). Sua falta pode causar má formação da coroa dentária. Controle glicêmico: O consumo excessivo de açúcares refinados pela gestante não afeta apenas o metabolismo; ele altera o ambiente oral e pode predispor a criança a uma preferência palatável que facilitará o surgimento de cáries precoces. Um cenário real que ilustra bem essa dinâmica é o manejo do bruxismo e da sensibilidade dentária em crianças. Muitas vezes, a origem da sensibilidade está em um esmalte hipomineralizado desde a gestação, o que torna o dente mais reativo a variações térmicas. O custo financeiro e emocional de tratar múltiplas cáries ou realizar canais em dentes de leite é vastamente superior ao investimento em um pré-natal odontológico e nutricional bem estruturado.

A Curitiba subterrânea: O que há sob nossos pés?

Você já parou para ouvir o que acontece sob o calçamento de pedras de petit-pavé da Rua XV de Novembro? Enquanto o fluxo de turistas se concentra na superfície, admirando as fachadas preservadas e o design das estações-tubo, existe uma Curitiba invisível, uma rede de silêncios e estruturas que sustenta a metrópole. Entender o que há sob nossos pés não é apenas um exercício de curiosidade arqueológica, mas a chave para decifrar por que a cidade se comporta de maneira tão distinta de suas vizinhas sulistas. A capital paranaense foi erguida sobre uma bacia hidrográfica complexa. Rios como o Ivo e o Belém, que outrora corriam livres, hoje ditam o ritmo do subsolo. Ao caminhar pela Praça Tiradentes, o marco zero da cidade, o visitante atento percebe frestas de vidro no chão. Ali, o “subterrâneo” se revela literalmente: são trechos do antigo calçamento e das fundações que remontam aos séculos XVIII e XIX. Essa camada geológica e histórica explica a obsessão curitibana pela drenagem e pelo urbanismo preventivo. Sem o controle rigoroso desse escoamento invisível, parques icônicos como o Tanguá ou o Barigui seriam apenas áreas alagadiças, e não os cartões-postais que conhecemos. Quando expandimos essa análise para a logística do turismo receptivo, o conceito de “subterrâneo” ganha uma conotação técnica fascinante. Pense na engenharia da ferrovia que liga Curitiba a Morretes. Para vencer o desnível da Serra do Mar, os engenheiros do século XIX — incluindo os irmãos Rebouças — precisaram literalmente perfurar o coração da montanha. O que o olhar comum não vê na descida para o litoral: Os 14 túneis: Escavados na rocha viva, eles são a face visível de um submundo funcional que permitiu a conexão entre o planalto e o porto. As fundações dos viadutos: Estruturas como o Viaduto do Carvalho parecem flutuar, mas suas bases estão fincadas em abismos que exigiram uma compreensão profunda da geologia da Serra. As galerias de escoamento: Essenciais para impedir que as chuvas torrenciais da Mata Atlântica destruíssem a via férrea ao longo dos últimos 140 anos. Na gastronomia, o subsolo também exerce seu papel. Em Santa Felicidade, o bairro italiano, o verdadeiro tesouro não está apenas nos salões de festa, mas nas adegas subterrâneas.

A temperatura constante e a umidade controlada pelo solo local criam o microclima ideal para o repouso dos vinhos e a cura de queijos e embutidos. É uma experiência sensorial que o turista médio muitas vezes ignora, focando apenas no prato servido, sem compreender a maturação que ocorreu metros abaixo de sua cadeira. Há ainda o folclore das galerias secretas. Histórias sobre túneis que ligariam colégios religiosos a igrejas centrais alimentam o imaginário local. Embora muitas dessas passagens sejam, na verdade, galerias pluviais antigas ou porões de ventilação de construções europeias, elas revelam uma influência arquitetônica que priorizava a proteção contra o clima rigoroso. O curitibano aprendeu a usar o solo como isolante térmico natural. Em um roteiro de city tour bem estruturado, essa profundidade histórica deve ser explorada. Não se trata apenas de ver o Museu Oscar Niemeyer por fora, mas de entender como o seu “olho” se ancora em uma base que desafia a gravidade. Ao planejar uma visita, considerar a época do ano é vital: o clima de Curitiba, muitas vezes úmido e propenso a névoas, é um reflexo direto dessa água que corre sob o asfalto.

Parque Tanguá: um dos cenários mais impressionantes de Curitiba

A Curitiba que celebra a imigração em cada bosque

Muitos viajantes chegam a Curitiba com uma lista de tarefas engessada: tirar uma foto na estufa do Jardim Botânico, ver o pôr do sol no Tanguá e, quem sabe, jantar em Santa Felicidade. O problema desse roteiro “checklist” é que ele ignora a alma da cidade. Você corre o risco de voltar para casa sentindo que visitou um belo cenário de cartão-postal, mas sem ter entendido por que a capital paranaense tem essa atmosfera tão distinta do restante do Brasil. A sensação de que Curitiba é “fria” ou “distante” geralmente nasce dessa falta de conexão com as camadas históricas que moldaram cada esquina. Para entender Curitiba, é preciso parar de olhar apenas para o asfalto impecável e começar a observar os troncos das araucárias e as casas de madeira que resistem nos bosques. A cidade não foi construída apenas por urbanistas; ela foi erguida por mãos polonesas, ucranianas, alemãs e italianas que trouxeram na bagagem a necessidade de reconstruir um lar em terras desconhecidas. A herança que respira nos parques Quando você entra no Bosque João Paulo II, por exemplo, não está apenas em uma área verde. Aquelas casas de troncos encaixados, sem pregos, foram trazidas de colônias reais para celebrar a visita do Papa em 1980. É um pedaço da Polônia rural cravado no Centro Cívico. Se você tiver a sorte de visitar o local durante uma festividade típica, como a Páscoa Polonesa (Swieconka), verá que a cultura não é algo estático para turista ver, mas uma prática viva. O mesmo acontece no Memorial Ucraniano, no Parque Tingui. A réplica da Igreja de São Miguel Arcanjo, com suas cúpulas de bronze refletindo o sol curitibano, conta a história de um povo que enfrentou privações severas para cultivar este solo. Esses espaços exigem um olhar mais atento que o de um turista apressado: Bosque Alemão: Mais do que a trilha de João e Maria, o Oratório de Bach é um exemplo de como a arquitetura em madeira e a música clássica se fundem à topografia da cidade. Santa Felicidade: O erro comum aqui é entrar no primeiro restaurante gigantesco que encontrar. A verdadeira experiência italiana está nas pequenas vinícolas familiares e no detalhe das fachadas de tijolos aparentes que remontam ao século XIX. O elo entre o planalto e o mar Essa identidade de imigrante não se limita à capital. Ela escorre pela Serra do Mar através da histórica ferrovia Paranaguá-Curitiba.

Ao contratar um receptivo especializado para fazer o passeio de trem rumo a Morretes, você percebe que a engenharia ousada dos irmãos Rebouças foi o que permitiu que toda essa produção agrícola dos imigrantes chegasse ao porto. Descer a serra não é apenas contemplar o verde exuberante da Mata Atlântica; é entender a logística que construiu o Paraná. Em Morretes, o casario colonial e o aroma do barreado — prato cozido por 24 horas em panela de barro selada com farinha de mandioca — revelam a influência litorânea e tropeira que complementa o mosaico europeu de Curitiba. Planejamento e o “clima de cebola” Um detalhe técnico que separa o amador do viajante experiente em Curitiba é o preparo para o clima. Aqui, vivemos as quatro estações em um único dia. Sair de manhã com um transfer privativo exige que você esteja vestido em camadas (o famoso “estilo cebola”). O sol que brilha no Museu Oscar Niemeyer às 10h pode se transformar em uma neblina densa e charmosa no início da tarde, mudando completamente a iluminação para fotos.

Linha Turismo: Conheça o Ônibus de Turismo de Curitiba

O mercado imobiliário é um negócio de pessoas, e você

Apartamento teresopolis a venda
como corretor — sabe disso melhor do que ninguém. Conhecer as pessoas certas é importante não só na hora de comprar e vender imóveis para seus clientes, mas também na hora de investir em seus próprios imóveis para alugar. Você passou anos construindo sua rede de contatos com diversos profissionais para alavancar sua carreira como corretor, e agora pode usar essa mesma rede para investir no mercado imobiliário.

Por exemplo, como mencionado acima, obter financiamento através da sua rede de contatos no setor imobiliário é mais fácil do que para um investidor comum. Além disso, conhecer centenas de proprietários, compradores e vendedores de imóveis, e outros investidores, lhe dará acesso a propriedades à venda — incluindo imóveis fora do mercado — assim que estiverem disponíveis. Ademais, quando estiver pronto para comprar um imóvel para investimento, você já estará familiarizado com o melhor advogado imobiliário para consultar em todas as questões legais relacionadas ao negócio.

Não há necessidade de contratar um agente – Até mesmo investidores imobiliários experientes optam por trabalhar com um corretor na compra e venda de imóveis. Isso, porém, não se aplica a você. Ao comprar ou vender um imóvel para investimento, você não precisa contratar outro corretor, pois já possui tudo o que é necessário para fechar um negócio com sucesso. Isso significa que você economizará milhares de reais em taxas e comissões de corretores. Essa realidade maximiza seu retorno sobre o investimento imediatamente. Como você pode ver, os benefícios de investir em imóveis como corretor são inúmeros. Para que este seja o seu ano mais lucrativo no mercado imobiliário, considere comprar seu próprio imóvel para investimento.

Como impulsionar seu negócio com leads imobiliários?

Em um contexto tenso, a habitação para aluguel intermediário (ILH, na sigla em
inglês) surge como uma solução flexível, acessível e estratégica tanto para o
setor privado quanto para as comunidades locais.
Estabilização de preços, condições de financiamento favoráveis, aumento da
procura… Após dois anos de crise sem precedentes, todos os sinais apontam
finalmente para uma recuperação do mercado imobiliário. Esta é uma
oportunidade que os profissionais do setor devem aproveitar para relançar
rapidamente os seus negócios. Neste contexto, leads qualificados são uma
ferramenta poderosa para otimizar a sua carteira de clientes. Explicaremos
porquê.
https://www.remax.com.br/casas-a-venda-em-lago-norte-brasilia/
Garantir contratos de exclusividade é essencial para o sucesso de qualquer
corretor de imóveis. E com razão: os números falam por si — 7 em cada 10
vendas têm origem em contratos de exclusividade*. Com uma taxa de conversão
quatro vezes maior do que a de um contrato sem exclusividade, a taxa de
sucesso é significativamente mais alta. Outra vantagem considerável é que um
imóvel anunciado com exclusividade vende duas vezes mais rápido do que um
com contrato sem exclusividade. Como você pode ver, garantir contratos de
exclusividade é mais crucial do que nunca para otimizar seu negócio .
E nessa área, a oferta de Nomeação de Vendedor Qualificado (RDVQ)
desenvolvida pela Meilleurs Agents é um recurso valioso. Para as imobiliárias
que adotaram essa solução, mais de 50% dos contratos assinados são, de fato,
contratos de exclusividade.